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FAUNA DA REGIÃO
Veja um pouco da fauna da região. A maioria dos animais, aqui mostrados, são ou foram vistos em todas as matas que vão de Grajaú a Barra - do - Corda, Formosa, Fortaleza dos Nogueira, Sabonete, Alto Brasil, Arame e povoados da vizinhança. Veja, também, a Lista Oficial de Animais em Extinção.
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Tamandua tetradactyla |
TAMANDUÁ-MIRIM
Classificação:
Ordem Edendata; Este tamanduá, também conhecido como Mambira, vive nas matas, nas árvores. Mede, corpo e cabeça, de 0,47 a 0,77 m; a cauda pode Ter de 0,40 a 0,67 m e é preênsil. Alimenta -se de insetos, principalmente de cupins. Tem hábitos solitários e só forma casais na época da reprodução. Nasce um filhote por vez, que a fêmea carrega nas costas. | |
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Myrmecophaga tridactyla (Linnaeus, 1758) |
TAMANDUÁ - BANDEIRA Classificação:
Ordem
Edentata. O comprimento da cabeça e corpo é de 1 a 1,2m, cauda de 65 a 90cm. Alimenta-se principalmente de cupins e formigas. Abre os cupinzeiros e os formigueiros com as garras poderosas e introduz neles a língua filiforme, prendendo os insetos que engole. Suas mandíbulas são lisas, não têm dentes, sendo uma exceção entre os mamíferos, que geralmente possuem duas dentições. Ocorre no cerrado, em florestas úmidas e savanas. Tem hábitos diurnos. É comum fazendeiros e posseiros, da região de Grajaú, avistá-los nas estradas que ligam as fazendas. Mas, infelizmente, está na lista de animais em extinção. | |
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Tapirus terrestris |
ANTA
Classificação:
Ordem Perissodactyla; Com cerca de 1 m e altura e 1,70 de comprimento, pesa entre 150 e 250 kg. O macho, geralmente, é menor do que a fêmea, o período de gestação é de 397 dias e nasce apenas um filhote por vez, pesando cerca de 4 kg. Vive em ambientes úmidos e estabelece seu território sempre próximo da água, à qual recorre para escapar dos inimigos e livrar-se de parasitas. Nada muito bem. A Anta era um animal em abundância na região de Grajaú, mas hoje já está cada vez mais difícil vê-los nas matas próximas ao rio Mearim. | |
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Hydrochoerus hydrochaeris |
CAPIVARA
Classificação:
Ordem Rodentia; O nome capivara deriva da palavra tupi kapi-wara. É o maior roedor vivo: chega a medir 1,30 m de comprimento e de 0,50 a 0,60 m de altura. O peso médio é de 50 a 60 kg. Vive em grupos, estabelecendo seu território às margens de rios, lagos e cada grupo tem uma demarcação efetiva de seu espaço. É essencialmente herbívoro. O período de gestação varia de 120 a 140 dias e nascem de dois a seis filhotes por parto. Ao menos este, podemos dizer que não está ameaçado; Existe grandes quantidades vivendo nas margens do Rio Mearim e é um tormento para os agricultores que plantam nas margens deste rio. | |
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Felis wiedii |
GATO - MARACAJÁ
Classificação:
Ordem Carnivora; Vive nas matas, gosta de esconder-se em covas e ocos de árvores. Para dormir e caçar, sobe facilmente em árvores altas. Alimenta-se de pequenos mamíferos e aves. O tamanho, cabeça e corpo, pode atingir de 0,4 a 0,79 m, e a cauda, de 0,33 a 0,51 cm. Ainda hoje, são visto à venda em feiras livres e, não raramente, são vistos em seu habitat nos municípios de Grajaú, Formosa e Arame. | |
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Nasua nasua |
QUATI
Classificação:
Ordem
Carnivora; |
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Panthera onca |
ONÇA-PINTADA
Classificação:
Ordem Carnivora; |
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Panthera onca |
ONÇA-PRETA Sendo o maior felino americano, pode medir até 1.80 m, da cabeça à extremidade do corpo; a cauda chega a 0,75 m. O peso máximo registrado é de 158 kg. Em geral, vive perto da água e é bom nadador. Alimenta-se de mamíferos répteis, aves e peixes. A onça-preta é uma variação melônica da onça pintada; estes dois animais são da mesma espécie e raramente é vista pelas matas do município de Grajaú, mas já foram vistas algumas. |
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Priodontes giganteus |
TATU - CANASTRA Classificação:
Ordem Edentata, É a maior espécie viva de tatu no mundo, chegando a medir entre 0,75 a 1m de cabeça e corpo, cauda de até 50cm. O adulto pesa cerca de 60Kg. Fossador notável, abre covas para se alojar e revolver o solo, ingerindo vermes, insetos e larvas. Come também aranhas, cobras e principalmente cupins, desmontando os cupinzeiros com as garras fortes. Há muito não se tem notícia de alguém ter visto um Canastra pela região de Grajaú, mas há relatos recentes de vestígios desta espécie prestes a desaparecer do planeta. | |
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Dasypus novemcinctus |
TATU-GALINHA
Classificação:
Ordem Edendata; | |
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SUÇUARANA
O macho, maior do que a fêmea, pode atingir até 2,40 m de comprimento com a cauda, que é longa. Pode alcançar o peso de até 100 kg. É de hábitos solitários e emite sons que lembram o miado do gato doméstico. Ótimo saltador, sobe em árvores com facilidade. Alimenta-se de mamíferos, aves e répteis. | ||
VEADO-CAMPEIRO
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ASA - BRANCA Família: Columbidae Comprimento: 34 cm. Uma das maiores espécies da família no País. Presente do Nordeste ao Rio Grande do Sul, e também na Bolívia, Argentina e Paraguai. Comum em campos com árvores, áreas urbanas, cerrados, caatingas e florestas de galeria. Freqüentemente encontrada no solo. Após o período reprodutivo associa-se em bandos, executando migrações. Faz ninho em árvores ou no solo. Põe 2 ovos brancos, os quais são encubados entre 16 e 19 dias. Conhecida também como pomba-trocal, pomba-trocaz, pomba-carijó (Rio Grande do Sul), pomba-verdadeira, pomba-asa-branca e pombão. | |
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GALINHA D'ÁGUA Família: Rallidae Comprimento: 39 cm. Presente em todo o Brasil. Encontrada também do México à Argentina e Uruguai. Ave difícil de ser observada, mas seu canto pode ser ouvido com freqüência. Comum em pântanos com vegetação alta, manguezais, margens de rios, lagos e igarapés, florestas altas e úmidas, às vezes longe da água. Vive normalmente solitária ou, com menor freqüência, aos pares ou formando pequenos grupos. É parcialmente noturna. Gosta de alimentar-se de caranguejos. Passa a maior parte do tempo no chão, sendo eventualmente encontrada em arbustos. Faz ninho de gravetos, em forma de tigela funda, a uma altura variável entre 1 e 7 m, em emaranhados de cipós ou arbustos. Põe de 3 a 7 ovos de cor creme, pintados e manchados de marrom. O nome popular três-potes é onomatopéico, imitando o som natural do canto da espécie. Conhecida também como saracura-grande, saracura-do-brejo, sericóia (Espírito Santo e Amazônia), chiricote e três-potes (Bahia), Saracura e Galinha D'água em Grajaú. | ||
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JURITI Família: Columbidae Comprimento: 26,5 cm. Presente em quase todo o Brasil e também do sul dos Estados Unidos até a Argentina. Comum no chão de hábitats quentes, tais como capoeiras e campos adjacentes, bordas de florestas densas e cerrados. Vive solitária ou aos pares. Alimenta-se de sementes e frutos no chão. Quando perturbada, foge caminhando sem fazer barulho, ou voa, emitindo um som com as asas, até uma árvore próxima. Faz ninho típico de pombinhas - uma plataforma construída de gravetos e grama, localizada em arbustos baixos ou árvores, eventualmente no chão. Põe 2 ovos brancos. Conhecida também como pu-pú (Rio Grande do Sul) e juriti-pupu. | ||
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ROLINHA Família: Columbidae Comprimento: 17 cm. Presente em todo o Brasil, e também do México à Bolívia, Paraguai e Argentina. Na Amazônia é encontrada apenas localmente, estando ausente de áreas com extensas florestas. É a mais conhecida das pombinhas brasileiras, sendo comum em áreas abertas, campos, plantações e áreas urbanas. Alimenta-se de grãos e sementes no chão. Vive solitária, aos pares ou em grupos de tamanhos variáveis. Quando assustada, voa por distâncias curtas, executando um som com as asas. Faz um ninho raso, localizado a 1 m de altura ou mais, em meio a arbustos. Nas cidades, costuma fazer ninho sobre vigas, debaixo de telhas, em coberturas de edifícios ou galpões. Põe 2 ovos brancos. O macho é marrom-ferrugíneo com a cabeça cinza-azulada; a fêmea é inteiramente marrom-clara. Conhecida também como rola-caldo-de-feijão, rolinha-comum, rola-cabocla (Paraíba), sangue - de - boi ( Grajaú ) e rolinha-roxa. | ||
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POMBA - GALEGA Família: Columbidae Comprimento: 32 cm. Presente em todo o Brasil, e também do México à Argentina e Uruguai. Comum em campos com árvores isoladas, árvores nas margens de rios, bordas de florestas, capoeiras e manguezais. Vive solitária ou aos pares, associando-se em bandos fora da época da reprodução. Pousa no alto das árvores, geralmente em locais bem visíveis. Faz um ninho fraco de gravetos, em formato de plataforma, localizado à pouca altura, em emaranhados de vegetação e palmeiras com espinhos. Põe 1 ovo branco. Conhecida também como pomba-legítima, picuçaroba, pomba-mineira, pocaçu, caçaroba e pomba-do-ar. | ||
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FOGO-APAGOU Família:
Columbidae Comprimento: 19,5 cm. Presente nas regiões Nordeste, Centro-oeste, e nos estados
do Maranhão, de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Encontrado
também da Guiana Francesa e Venezuela ao Paraguai e Argentina. Comum
em campos secos, cerrados, caatingas e jardins arborizados em
áreas urbanas. Vive aos pares ou em grupos
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BEM-TE-VI Família:
Tyrannidae Comprimento: 20,5 a 23,5 cm. Provavelmente o pássaro mais popular de nosso País, está presente em todo o Brasil e também desde o sul dos Estados Unidos a toda a América do Sul. É migratório em algumas regiões, tendo sido capturado em Santa Catarina um indivíduo marcado com anel numerado em uma cidade argentina localizada 1300 km a sudoeste. É comum em uma série de ambientes abertos, como cidades, árvores à beira d'água, plantações e pastagens. Em regiões densamente florestadas habita margens e praias de rios. Alimenta-se de grande variedade de ítens, predominantemente de insetos e frutos, incluindo até mesmo peixes. É bastante agressivo e barulhento, pousando geralmente à pouca altura em galhos ou outros locais isolados. Faz ninho grande e esférico, de gramíneas, com entrada lateral; porém, já foram encontrados ninhos em formato de xícara aberta. Põe de 2 a 4 ovos de cor creme com poucas marcas marrom-avermelhadas. Conhecido também como bem-te-vi-de-coroa e bem-te-vi-verdadeiro. | |
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MARTINS-PESCADOR Família:
Alcedinidae | |
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RAPAZINHO-ESTRIADO Família:
Bucconidae Comprimento: 18 cm. Presente localmente na Amazônia brasileira, do Maranhão para oeste até o Mato Grosso (Rio Guaporé). Encontrado também na Bolívia. Habita bordas de florestas altas e capoeiras arbóreas. Vive aos pares, permanecendo imóvel, à média altura, por longos períodos. Alimenta-se de insetos junto aos galhos ou na folhagem. É difícil de ver. Conhecido também como mateiro e macuru-estriado. | |
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JABUTI Geochelone carbonaria Tem o corpo revestido por uma carapaça dorsal, alta e convexa, que é formada por placas ósseas soldadas e cobertas extremamente por material córneo. A região ventral é o plastrão, que na fêmea adulta é plano e no macho adulto é côncavo; a fêmea é maior do que o macho. Quando ameaçado, o jabuti pode esconder cabeça, cauda e patas dentro da carapaça. Vive nas matas, tem hábitos diurnos, alimenta-se de frutos caídos e pequenos invertebrados. No período de postura, a fêmea cava um buraco com as patas traseiras e bota de 5 a 15 ovos, que cobre um a um com terra. | |
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CÁGADO
Phrynops geoffroanus Com carapaça relativamente baixa, cabeça e pescoço longos, o câgado tem condições de girar a cabeça lateralmente e não esconde totalmente dentro da carapaça. Vive à beira de rios, lagos, corixos e banhados. De hábito mais aquáticos do que terrestres, passa boa parte do tempo mergulhado. Alimenta-se de pequenos peixes, larvas de insetos e em geral come dentro d'água. Mede aproximadamente 30 cm.
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CALANGO-VERDE (calango)
Ameiva ameiva É um lagarto pequeno, com 30 cm de comprimento, da cabeça à cauda, que, cilíndrica e afilada, é mais longa do que o corpo. Vive nos campos, em locais secos; cava buracos para se abrigar. De hábitos diurnos, costuma aquecer-se ao sol. Alimenta-se de artrópodes, pequenos vertebrados, restos de animais e vegetais.
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JARARACA-PINTADA (jararaca-de-rabo-branco, boca-de-sapo, rabo-de-osso, tirapéia)
Bothrops neuwiedi Pode atingir 1,0 m de comprimento. Venenosa, seu veneno tem ação proteolítica. Todas as serpentes do grupo Bothrops, quando injetam o veneno, produzem sintomas semelhantes: no local da picada, sempre há dor, com aumento progressivo; a região afetada começa a inchar gradativamente e surgem manchas róseas (avermelhadas) ou cianóticas (azuladas ou arroxeadas); a seguir, surgem bolhas, que podem conter sangue no interior. Quando as reações locais se tornam mais intensas, aparece febre e podem ocorrer infecções secundárias. Nas ocorrências graves, é possível surgir vômitos, sudorese e desmaio. Nos casos benignos, o sangue coagula; já nos casos graves, torna-se incoagulável de 30 a 60 minutos depois da picada. Em situações mais severas, há perigo da queda da pressão sanguínea, com possibilidade de colapso periférico
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JIBÓIA
Boa constrictor Existem lendas sobre esta serpente, principalmente quanto ao tamanho. Na realidade o comprimento máximo comprovado até agora é 4,50 m. Em geral, quando grande , a jibóia mede de 3,00 a 4,00 m. Vive em campos e matas, com freqüência sobre árvores, mas, muitas vezes, é encontrada no chão, onde se mimetiza entre as folhas caídas, devido a sua cor e aos desenhos. Não venenosa, mata a presa por constrição; alimenta-se de aves, lagartos e principalmente de roedores.
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SUCURI (sucuriju, boiúna, sucuruiú)
Eunectes murinus É considerada a serpente mais comprida do mundo, podendo alcançar até 9,00 m de comprimento, talvez 9,60 m. Na região do pantanal encontra-se a Eunectes notaeus, que é menor do que a E. murinus. Vive sempre junto da água, é ótima nadadora e, quando apanha a presa, tenta levá-la para a água, matando-a por constrição e afogamneto. Alimenta-se de peixes, aves aquáticas, jacarés e mamíferos de médio e pequeno porte. Veja o que ela pode fazer com um boi.
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MACACO-PREGO
Cebus apella É o mais comum dos macacos sul-americanos. O tamanho, da cabeça à extremidade do corpo, varia de 30,5 a 56,5 cm; a cauda mede entre 30 a 55 cm, e o peso oscila entre 1,5 e 3,5 kg. É muito ativo, de hábitos essencialmente arborícolas e diurnos. Vive em grupos de seis a sessenta indivíduos. Em geral, o chefe do bando é um macho adulto. A gestação dura cerca de 180 dias e nasce apenas um filhote por parto.
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TEIÚ (tiú)
Tupinambis teguixin Maior lagarto brasileiro, o teiú chega medir 1,50 m dos quais dois terços correspondem à cauda. O corpo e as patas são bem robustos. A papada, Qua pode ser notada no adulto, deve-se à musculatura da mandíbula muito desenvolvida. Locomove-se no solo; faz a toca em locais próximos de água e necessita de amplo território, que defende duramente. Alimenta-se de invertebrados, pequenos vertebrados, frutos, restos de animais e ovos, que tiram de ninhos.
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Fonte de Dados: http://www.petrobras.com.br ; http://www.eln.gov.br
Lista Oficial de Animais em Extinção
Através da Portaria nº 1.522, de 19 de dezembro
de 1.989 e da Portaria nº 45-N, de 27 de abril de 1.992, o IBAMA tornou pública
a lista oficial de espécies da fauna brasileira ameaçada de extinção.
Espécies marcadas com asterisco (*) estão provavelmente extintas
1.0. Mammalia - Mamíferos
1.1. Primates - Macacos
Alouatta belzebul belzebul (Linnaeus, 1766). Família Cebidae. Nome
popular: guariba.
Alouatta fusca (E. Geoffroy, 1812). Família Cebidae. Nome popular:
barbado, guariba.
Ateles belzebuth (E. Geoffroy, 1806). Família Cebidae. Nome popular:
macaco-aranha.
Ateles paniscus (Linnaeus, 1758). Família Cebidae. Nome popular:
macaco-aranha.
Brachyteles arachnoides (E. Geoffroy, 1806). Família Cebidae. Nome
popular: muriqui, mono-carvoeiro.
Cacajao calvus (I. Geoffroy, 1847). Família Cebidae. Nome popular:
uacari.
Cacajao melanocephalus (Humbolt, 1812). Família Cebidae. Nome
popular: uacari-preto.
Callicebus parsonatus (E. Geoffroy, 1812). Família Cebidae. Nome
popular: guigó, sauá.
Callimico goeldii (Thomas, 1904). Família Callimiconidae. Nome
popular: calimico.
Callithrix argentata leucippe (Thomas, 1922). Família Callitrichidae.
Nome popular: sagui.
Callithrix aurita (Humbolt, 1812). Família Callitrichidae. Nome
popular: sagui-da-serra-escuro.
Callithrix flaviceps (Thomas, 1903). Família Callitrichidae. Nome
popular: sagui-da-serra.
Callithrix humeralifer (E. Geoffroy, 1812). Família Callitrichidae.
Nome popular: sagui.
Cebus apella xanthosternos (Wied, 1820). Família Cebidae. Nome
popular: macaco-prego-do-peito-amarelo.
Chiropotes albinasus (I. Geoffroy & Deville, 1848). Família
Cebidae. Nome popular: cuxiu-de-nariz-branco.
Chiropotes satanas utahicki (Hershkovitz, 1.985). Família Cebidae.
Nome popular: cuxiu.
Chiropotes satanas satanas (Hoffmansegg, 1807). Família Cebidae. Nome
popular: cuxiu.
Lagothrix lagotricha (Humbolt, 1812). Família Cebidae. Nome popular:
barrigudo.
Leontopithecus chrysomelas (Kuhl, 1820). Familia Callitrichidae. Nome
popular: mico-leão-de-cara-dourada.
Leontopithecus chrysopygus (Mikan, 1923). Família Callitrichidae.
Nome popular: mico-leão-preto.
Leontopithecus rosalia (Linnaeus, 1766). Família Callitrichidae. Nome
popular: mico-leão-dourado.
Leontopithecus caissara (Persson, 1990) Família Callitrichidae. Nome
popular: mico-leão-da-cara- preta.
Pithecia albicans (Gray, 1860). Família Cebidae. Nome popular:
parauacu-branco
Saguinus bicolor (Spix, 1823). Família Calliitrichidae. Nome popular:
soim-de-coleira.
Saguinus imperator (Goeldi, 1907). Família Callitrichidae. Nome
popular: sagui-bigodeiro.
Saimiri vanzolinii (Ayres, 1985). Família Cebidae. Nome popular:
mico-de-cheiro
1.2. Carnivora - Carnívoros
Atelocynus microtis (Scalter, 1883). Família Canidae. Nome popular:
cachorro-do-mato-de-orelha-curta.
Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815). Família Canidae. Nome popular:
lobo-guará. guará, lobo-vermelho,
Felis colocolo (Molina, 1810). Família Felidae. Nome popular:
gato-palheiro
Felis concolor (Linaeus, 1771). Família Felidae. Nome popular:
sussuarana, onça-parda.
Felis geoffroyi (d'Orbigny & Gervais, 1844). Família Felidae.
Nome popular: gato-do-mato.
Felis pardalis (Linaeus, 1758). Família Felidae. Nome popular:
jaguatirica.
Felis tigrina (Scheber, 1775). Família Felidae. Nome popular:
gato-do-mato.
Felis wiedii (Schinz, 1821). Família Felidae. Nome popular:
gato-do-mato, maracajá.
Grammogale africana (Desmarest, 1818). Família Mustelidae. Nome
popular: doninha amazônica.
Lutra longicaudis (Olfers, 1818). Família Mustelidae. Nome popular:
lontra.
Panthera onca (Linnaeus, 1758). Família Felidae. Nome popular: onça-pintada,
canguçu, onça-canguçu, jaguar-canguçu
Pteronura brasiliensis (Gmelin, 1788). Família Mustelidae. Nome
popular: ariranha.
Speothos vinaticus (Lund, 1842). Família Canidae. Nome popular:
cachorro-do-mato-vinagre.
1.3. Xenarthra - Desdentados
Bradypus torquatus (Desmarest, 1816). Família Bradypodidae. Nome
popular: preguiça-de-coleira.
Mymercophaga tridactyla (Linnaeus, 1758). Família Mymercophagidae.
Nome popular: tamanduá-bandeira.
Priodontes maximus (Kerr, 1792). Família Dasypodidae. Nome popular:
tatu-canastra, tatuaçu.
Tolypeutes tricinctus (Linnaeus, 1758). Família Dasypodidae. Nome
popular: tatu-bola, tatuapara.
1.4. Sirenia - Peixes-boi
Trichechus inunguis (Natterer, 1883). Família Trichechidae. Nome
popular: peixe-boi, guarabá.
Trichechus manatus (Linnaeus, 1758). Família Trichechidae. Nome
popular: peixe-boi-marinho, manati.
1.5 Cetacea - Baleias e Golfinhos
Eubalena australis (Desmoulins, 1822). Família Baleanidae. Nome
popular: baleia-franca, baleia-franca-austral.
Megaptera novaeangliae (Borowsky, 1781). Família Balaenopteridae.
Nome popular: jubarte.
Pontoporia blainvillei (Gervais & d'Orbigny). Família
Pontoporiidae. Nome popular: toninha, boto-cachimbo.
1.6 Rodentia - Roedores
Abrawayaomys ruschii (Cunha & Cruz, 1979). Família Cricetidae.
Chaetomis subspinosus (Olfers, 1818). Família Erethizontidae. Nome
popular: ouriço-preto.
*Juscelinomys candango (Moojen, 1965). Família Cricetidae.
Kunsia tomentosus (Lichtenstein, 1830). Família Cricetidae.
Phaenomys ferrugineus (Thomas, 1894). Família Cricetidae. Nome
popular: rato-do-mato-ferrugíneo.
Rhagomys rufescens (Thomas, 1886). Família Cricetidae. Nome popular:
rato-do-mato-laranja.
Wilfredomys oenax (Thomas, 1928). Família Cricetidae. Nome popular:
rato-do-mato.
1.7 Artiodactyla - Veados
Blastocerus dichotomus (Illiger, 1815). Família Cervidae. Nome
popular: cervo-do-pantanal.
Odocoileus viginianus (Zimmermann, 1780). Família Cervidae. Nome
popular: cariacu.
Ozotocerus bezoarticus (Linnaeus, 1758). Família Cervidae. Nome
popular: veado-campeiro.
2.0. Aves
2.1. Tinamiformes - Codornas
Crypturellus noctivagus (Wied, 1820). Família Tinamidae. Nome
popular: jaó-do-sul, zabelê, juó.
Nothura minor (Spix, 1825). Família Tinamidae. Nome popular:
codorna-mineira, codorna-buraqueira, buraqueira.
Taoniscus nanus (Temmink, 1815). Família Tinamidae. Nome popular:
codorna-buraqueiira, perdigão, inhambu-carapé.
Tinamus solitarius (Vieillot, 1819). Família Tinamidae. Nome popular:
macuco, macuca.
2.2. Ciconiiformes
Eudocimus ruber (Linnaeus, 1758). Família Threskiornithidae. Nome
popular: guará.
Tigrisoma fasciatum fasciatum (Such, 1825). Família Ardeidae. Nome
popular: socó-boi.
2.3 Phoenicopteriformes
Phoenicopterus ruber (Linnaeus, 1758). Família Phoenicopteridae. Nome
popular: flamingo, ganso-do-norte, ganso-cor-de-rosa, maranhão.
2.4 Anseriformes
Mergus octosetaceus (Vieillot, 1817). Família Anatidae. Nome popular:
mergulhão, patão, pato-mergulhão.
2.5 Falconiformes - Falcões e Águias
Accipiter poliogaster (Temminck, 1824). Família Accipitridae. Nome
popular: tauató-pintado, gavião-pombo-grande.
Falco deiroleucus (Temminck, 1825). Família Falconidae. Nome popular:
falcão-de-peito-vermenho.
Harpia harpyja (Linnaeus, 1758). Família Accipitridae. Nome popular:
gavião-real, gavião-de-penacho, uiraçu-verdadeiro, cutucurim, harpia.
Harpyhaliaetus coronatus (Vieillot, 1817). Família Accipitridae. Nome
popular: águia-cinzenta.
Leucopternis lacernulata (Temminck, 1827). Família Accipitridae. Nome
popular: gavião-pomba.
Leucopternis polionota (Kaup, 1847). Família Accipitridae. Nome
popular: gavião-pomba
Morphnus guianensis (Daudin, 1800). Família Accipitridae. Nome
popular: gavião-de-penacho, uiraçu-falso.
Spizastus melanoleucus (Vieillot, 1816). Família Accipitridae. Nome
popular: gavião-preto, gavião-pato.
2.6. Galliformes - Mutuns
Crax blumembachii (Spix, 1825). Família Cracidae. Nome popular;
mutum-do-sudeste.
Crax fasciolata pinima (Pelzeln, 1870). Família Cracidae. Nome
popular: mutum-de-penacho, mutum-pinima.
Mitu mitu mitu (Linnaeus, 1766). Família Cracidae. Nome popular:
mutum-cavalo, mutum-etê, mutum-da-várzea, mutum-piry, mutum-do-nordeste.
Penelope jacucaca (Spix, 1825). Família Cracidae. Nome popular:
jacucaca.
Penelope obscura bronzina (Hellmayr, 1914). Família Cracidae. Nome
popular: jacuguaçu, jacuaçu.
Penelope ochrogaster (Pelzeln, 1870). Família Cracidae. Nome popular:
jacu-de-barriga-castanha.
Pipile jacutinga (Spix, 1825). Família Cracidae. Nome popular:
jacutinga.
2.7. Charadriiformes - Maçaricos
Numenius borealis (Forster, 1772). Família Scolopacidae. Nome popular: maçarico-esquimó.
2.8 Columbiformes - Pombos
Claravis godefrida (Temminck, 1811). Família Columbidae. Nome
popular: pararu, pomba-de-espelho.
Columbina cyanopis (Pelzeln, 1870). Família Columbidae. Nome popular:
rolinha-do-planalto, rolinha-do-Brasil-central.
2.9 Psittaciformes - Papagaios, periquitos e araras
Amazona brasiliensis (Linnaeus, 1758). Família Psittacidae. Nome
popular: papagaio-da-cara-roxa, chauá.
Amazona petrei (Temminck, 1830). Família Psittacidae. Nome popular:
chorão, charão, papagaio-da-serra, serrano.
Amazona rhodocorytha (Salvadori, 1890). Família Psittacidae. Nome
popular: Chauá-verdadeiro, jauá, acumatanga, camutanga.
Amazona vinacea (Huhl, 1820). Família Psittacidae. Nome popular:
papagaio-de-peito-roxo, papagaio-caboclo, papagaio-curraleiro, jurueba.
*Anodorhynchus glaucus (Vieillot, 1816). Família Psittacidae. Nome
popular: arara-azul-pequena.
Anodorhynchus hyacinthinus (Latham, 1720). Família Psittacidae. Nome
popular: arara-azul-grande, ararauna
Anodorhynchus leari (Bonaparte, 1857). Família Psittacidae. Nome
popular: arara-azul-de-Lear.
Aratinga guarouba (Gmlin, 1788). Família Psittacidae. Nome popular:
guaruba, ararajuba.
Cyanopsitta spixii (Wagler, 1832). Família Psittacidae. Nome popular:
ararinha-azul.
Pyrrhura cruentata (Wied, 1820). Família Psittacidae. Nome popular:
tiriba, fura-mato, cara-suja.
Pyrrhura leucotis (Kuhl, 1820). Família Psittacidae. Nome popular:
fura-mato, tiriba-de-orelha-branca
Touit melanonota (Wied, 1820). Família Psittacidae. Nome popular:
apuim-de-cauda-vermelha.
Touit surda (Kuhl, 1820). Família Psittacidae. Nome popular:
apuim-de-cauda-amarela.
Triclaria malachitacea (Spix, 1824). Família Psittacidae. Nome
popular: sabiá-cica, araçu-aiava.
2.10 Cuculiformes - Jacus
Neomorphus geoffroyi dulcis (Snethlage, 1927). Família Cuculidae.
Nome popular: aracuão, jacu-molambo, jacu-porco, jacu-verde, jacu-taquara.
Neomorphus geoffroyi geoffroyi (Temminck, 1820). Família Cuculidae.
Nome popular: jacu-estalo.
2.11 Caprimulgiformes - Bacuraus
Caprimulgus candicans (Pelzeln, 1867). Família Caprimulgidae. Nome
popular: bacurau, rabo-branco.
Eleothreptus anomalus (Gould, 1837). Família Caprimulgidae. Nome
popular: curiango-do-banhado.
Macropsalis creagra (Bonaparte, 1850). Família Caprimulgidae. Nome
popular: bacurau, tesoura-gigante.
Nyctibius leucopterus (Wied, 1821). Família Nyctibiidae. Nome
popular: mãe-da-lua.
2.12. Apodiformes - Beija-flores
Phaethornis superciliosus margarettae (Ruschi, 1972). Família
Trochilidae. Nome popular: besourão-de-rabo-branco.
Ramphodon dohrnii (Boucier & Mulsant, 1852). Família Trochilidae.
Nome popular: balança-rabo-canela.
2.13. Piciformes - Pica-paus e martins-pescadores
Campephilus robustus (Lichtenstein, 1819). Família Picidae. Nome
popular: pica-pau-rei.
Celeus torquatus tinnunculus (Wagler, 1829). Família Picidae. Nome
popular: pica-pau-de-coleira.
Dryocopus galeatus (Temminck, 1822). Família Picidae. Nome popular:
pica-pau-de-cara-amarela.
Jacamaralcyon tridactyla (Vieillot, 1817). Família Galbulidae. Nome
popular: cuitelão, bicudo, violeiro.
2.14. Passeriformes - Passarinhos
Amaurospiza moesta (Hartlaub, 1853). Família Emberizidae. Nome
popular: negrinho-do-mato.
Alectrurus risoria (Vieillot, 1824). Família Tyrannidae. Nome
popular: galito, tesoura-do-campo, bandeira-do-campo.
Anthus nattereri (Sclater, 1878). Família Motacillidae. Nome popular:
caminheiro-grande.
*Calyptura cristata (Vieillot, 1818). Família Cotingidae. Nome
popular: tietê-de-coroa.
Carduelis yarrellii (Audubon, 1839). Família Emberizidae. Nome
popular: coroinha, pintassilgo-do-nordeste.
Carpornis malanocephalus (Wied, 1820). Família Cotingidae. Nome
popular: sabiá-pimenta.
Cercomacra carbonaria (Sclater & Salvin, 1873). Família
Formicariidae.
Clibanornis dendrocolaptoides (Pelzeln, 1859). Família Furnariidae.
Conothraupis mesoleuca (Berlioz, 1939). Família Emberizidae.
Cotinga maculata (Müller, 1776). Família Cotingidae. Nome popular:
crejoá, quiruá, catingá.
Culicivora caudacuta (Vieillot, 1818). Família Tyrannidae. Nome
popular: papa-moscas-do-campo.
Curaeus forbesi (Sclater, 1886). Família Icteridae Nome popular:
anumará.
Dacnis nigripes (Pelzeln, 1856). Família Emberizidae. Nome popular:
saí-de-pernas-pretas.
Formicivora erythronotos (Hartlaub, 1852). Família Formicariidae.
Formicivora iheringi (Hellmayr, 1909). Família Formicariidae. Nome
popular: papa-formiga.
Gubernatrix cristata ( Vieillot, 1817). Família Emberizidae. Nome
popular: cardeal-amarelo.
Hemitriccus aenigma (Zimmer, 1940). Família Tyrannidae.
Hemitriccus furcatus (Lafresnaye, 1846). Família Tyrannidae. Nome
popular: papa-moscas-estrela.
Hemitriccus kaempferi (Zimmer, 1953). Família Tyrannidae.
Herpsilochmus pectoralis (Sclater, 1857). Família Formicariidae.
Iodopleura pipra (Lesson, 1831). Família Cotingidae. Nome popular:
anambezinho.
Lipaugus lanioides (Lesson, 1844). Família Cotingidae. Nome popular:
sabiá-da-mata-virgem, sabiá-do-mato-grosso, sabiá-da-serra, virussu,
tropeiro-da-serra.
Megaxenops parnaguae (Reiser, 1905). Família Furnariidae. Nome
popular: bico-virão-da-caatinga.
Merulaxis stresemanni (Sick, 1960). Família Rhinocryptidae.
Myadestes leucogenys leucogenys (Cabanis, 1851). Família Turdidae.
Nome popular: sabiá-castanho.
Myrmeciza ruficauda (Wied, 1831). Família Formicariidae.
Mymerciza stictothorax (Todd, 1927). Família Formicariidae.
Myrmotherula minor (Salvadori, 1867). Família Formicariidae. Nome
popular: choquinha.
Nemosia roourei (Cabanis, 1870). Família Emberezidae. Nome popular:
saíra-apunhalada.
Oryzoborus maximiliani (Cabanis, 1851). Família Emberezidae. Nome
popular: bicudo, bicudo-verdadeiro, bicudo-preto.
Phibalura flavirostris (Vieillot, 1816). Família Cotingidae. Nome
popular: tesourinha.
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Phylloscartes roquettei (Snethlage, 1928). Família Tyrannidae.
Philydor novaesi (Teixeira & Gonzaga, 1983). Família Furnariidae.
Pipitres pileatus (Temminck, 1822). Família Cotingidae. Nome popular:
cameleirinho-de-chapéu-preto.
Platyrinchus leucoryphus (Wied, 1831). Família Tyrannidae. Nome
popular: patinho-gigante.
Poecilurus kollari (Pelzeln, 1856). Família Furnariidae.
Poospiza cinerea (Bonaparte, 1850). Família Emberizidae. Nome
popular: andorinha-do-oco-do-pau.
Procnias averano averano (Hermann, 1783). Família Cotingidae. Nome
popular: araponga-do-nordeste, guiraponga.
Pyriglena atra (Swainson, 1825). Família Formicariidae. Nome popular:
papa-formigas.
Pyroderus scutatus scutatus (Shaw, 1792). Família Cotingidae. Nome
popular: pavoa, pavão, pavó, pavão-do-mato.
Rhopornis ardesiaca (Wied, 1831). Família Formicariidae. Nome
popular: papa-formigas-de-gravatá
Scytalopus novacapitalis (Sick, 1958). Família Rhinocryptidae.
Sporophila falcirostris (Temminck, 1820). Família Emberizidae. Nome
popular: papa-capim, cigarra-verdadeira.
Sporophila frontalis (Verreaus, 1869). Família Emberizidae. Nome
popular: pichochó, papa-arroz.
Sporophila palustris (Barrows, 1883). Família Emberizidae. Nome
popular: caboclinho-de-papo-branco.
Sturnella defilippii (Bonaparte, 1851). Família Icteridae. Nome
popular: peito-vermelho-grande.
Synallaxis infuscata (Pinto, 1950). Família Furnariidae.
Tangara fastuosa (Lesson, 1831). Família Emberizidae. Nome popular:
pintor-verdadeiro.
Terenura sicki (Teixeira & Gonzaga, 1983). Família Formicariidae.
Thamnomanes plumbeus (Wied, 1831). Família Formicariidae.
Thripophafa macroura (Wied, 1821). Família Furnariidae. Nome popular:
rabo-amarelo.
Xanthopsar flavus (Gmelin, 1788). Família Icteridae. Nome popular: pássaro-preto-de-veste-amarela
Xiphocolaptes falcirostris (Spix, 1824). Família Dedrocolaptidae.
Nome popular: arapaçu-do-nordeste.
Xiphocolaptes franciscanus (Snethlage, 1927). Família
Dendrocolaptidae. Nome popular: arapaçu.
Xipholena atropurpurea (Wied, 1820). Família Cotingidae. Nome
popular: amambé-de-asa-branca, cotinga, ferrugem.
3.0. Reptilia - Répteis
3.1. Chelonia - Tartarugas
Caretta caretta (Linnaeus, 1758). Família Chelonidae. Nome popular:
cabeçuda, tartaruga-meio-pente.
Chelonia mydas (Linnaeus, 1758). Família Chelonidae. Nome popular:
tartaruga-verde.
Dermochelys coriacea (Linnaeus, 1758). Família Chelonidae. Nome
popular: tartaruga-de-couro, tartaruga-gigante, tartaruga-de-pele.
Eretmochelis imbricata (Linnaeus, 1766). Família Chelonidae. Nome
popular: tartaruga-de-pente.
Lepidochelys olivacea (Escholtz, 1829). Família Chelonidae.
Phrynops hogei (Mertens, 1967). Família Chelidae.
3.2 Squamata - Cobras
Lachesis muta rhombeata (Wied, 1825). Família Viperidae. Nome
popular: surucucu-pico-de-jaca, surucucu.
3.3 Crocodilia - Jacarés
Caiman latirostris (Daudin, 1802). Família Crocodilidae. Nome
popular: jacaré-de-papo-amarelo.
Melanosuchus niger (Spix, 1825). Familia Crocodilidae. Nome popular:
jacaréaçu.
4.0 Amphibia - Rãs
Paratelmatobius gaigeae (Cochran, 1938). Família Leptodactylidae.
5.0 Insecta - Insetos
5.1 Lepidoptera - Borboletas
*Dasyophthalma vertebralis (Butler, 1869). Família Nymphalidae.
Eresia erysice (Geyer, 1832). Família Nymphalidae.
*Eurytides iphitas (Hübner, 1821). Família Papilionidae.
Eurytides lysithous harrisinus (Swainson, 1822). Família Papilionidae.
Eutresis hypareia imeriensis (Brown, 1977). Família Nymphalidae.
Heliconius nattereri (Felder & Felder, 1865). Família Nymphalidae.
*Hyalyris fiammetta (Hewitson, 1852). Família Nymphalidae.
*Hyalyris leptalina leptalina (Felder & Felder, 1865). Família
Nymphalidae.
Hypoleria fallens (Haensch, 1905). Família Nymphalidae.
Hypoleria mulviana (D'Almeida, 1945). Família Nymphalidae.
Joiceya praeclara (Talbot, 1928). Família Lyceanidae.
Mechanitis bipuncta (Forbes, 1948). Família Nymphalidae.
Melinaea mnaisas (Hewitson, 1855). Família Nymphalidae.
Moschoneura methymna (Godart, 1819). Família Pieridae.
Napeogenis cyrianassa xanthone (Bates, 1862). Família Nymphalidae.
Orobrassolis ornamentalis (Stichel, 1906). Família Nymphalidae.
Papilio himeros himeros (Höpffer, 1866). Famíla Papilionidae.
Papilio himeros baia (Hothschild & Jordan, 1906). Família
Papilionidae.
Papilio zagreus zagreus (Doubleday, 1847). Família Papilionidae.
Papilio zagreus neyi (Niepelt, 1909). Família Papilionidae.
Papilio zagreus bedoci (Le Cerf, 1925). Família Papilionidae.
Parides ascanius (Cramer, 1775). Família Papilionidae.
Parides lysander mattogrossensis (Talbot, 1928). Família Papilionidae.
Perrhybris flava (Oberthür, 1895). Família Pieridae.
Scada karschina delicata (Talbot, 1932). Família Nymphalidae.
5.2 Odonata - Libélulas
Leptagrion dardanoi (Santos, 1968). Família Coenagrionidae.
Leptagrion siqueirai (Santos, 1968). Família Coenagrionidae.
Mecistogaster asticta (Selys, 1860). Família Psedostigmatidae.
*Mecistogaster pronoti (Sjoestedt, 1918). Família Pseudostigmatidae.
6.0 Onychophora
Peripatus acacioli (Marcus & Marcus, 1955). Família Peripatidae.
7.0 Cnidaria - Corais
Millepora nitidae (Verreill, 1868). Família Milleporidae. Nome
popular: coral-de-fogo.