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FAUNA DA  REGIÃO

 

          Veja um  pouco da fauna da região. A maioria dos animais, aqui mostrados, são ou foram vistos em todas as matas que vão de Grajaú a Barra - do - Corda, Formosa, Fortaleza dos Nogueira, Sabonete, Alto Brasil, Arame e povoados da vizinhança. Veja, também, a Lista Oficial de Animais em Extinção.

 

Tamandua tetradactyla

TAMANDUÁ-MIRIM

Classificação:           Ordem Edendata;
Família:                      Myrmecophagidae

                Este tamanduá, também conhecido como Mambira, vive nas matas, nas árvores.  Mede, corpo e cabeça, de 0,47 a 0,77 m; a cauda pode Ter de 0,40 a 0,67 m e é preênsil. Alimenta -se de insetos, principalmente de cupins. Tem hábitos solitários e só forma casais na época da reprodução. Nasce um filhote por vez, que a fêmea carrega nas costas.

Myrmecophaga tridactyla (Linnaeus, 1758)

TAMANDUÁ - BANDEIRA

Classificação:       Ordem Edentata.
Família:               Myrmecophagidae.

    O comprimento da cabeça e corpo é de 1 a 1,2m, cauda de 65 a 90cm. Alimenta-se principalmente de cupins e formigas. Abre os cupinzeiros e os formigueiros com as garras poderosas e introduz neles a língua filiforme, prendendo os insetos que engole. Suas mandíbulas são lisas, não têm dentes, sendo uma exceção entre os mamíferos, que geralmente possuem duas dentições. Ocorre no cerrado, em florestas úmidas e savanas. Tem hábitos diurnos. É comum fazendeiros e posseiros, da região de Grajaú, avistá-los nas estradas que ligam as fazendas. Mas, infelizmente, está na lista de animais em extinção.

Tapirus terrestris

ANTA 

Classificação:        Ordem Perissodactyla;
Família:                    Taperidae

            Com cerca de 1 m e altura e 1,70 de comprimento, pesa entre 150 e 250 kg. O macho, geralmente, é menor do que a fêmea, o período de gestação é de 397 dias e nasce apenas um filhote por vez, pesando cerca de 4 kg. Vive em ambientes úmidos e estabelece seu território sempre próximo da água, à qual recorre para escapar dos inimigos e livrar-se de parasitas. Nada muito bem. A Anta era um animal em abundância na região de Grajaú, mas hoje já está cada vez mais difícil vê-los nas matas próximas ao rio Mearim.

Hydrochoerus hydrochaeris

CAPIVARA 

Classificação:       Ordem Rodentia;
Família:                   Hydrochoeridae

              O nome capivara deriva da palavra tupi kapi-wara. É o maior roedor vivo: chega a medir 1,30 m de comprimento e de 0,50 a 0,60 m de altura. O peso médio é de 50 a 60 kg. Vive em grupos, estabelecendo seu território às margens de rios, lagos e cada grupo tem uma demarcação efetiva de seu espaço. É essencialmente herbívoro. O período de gestação varia de 120 a 140 dias e nascem de dois a seis filhotes por parto. Ao  menos este, podemos dizer que não está ameaçado; Existe grandes quantidades vivendo nas margens do Rio Mearim e é um tormento para os agricultores que plantam nas margens deste rio.

Felis wiedii

GATO - MARACAJÁ

Classificação:          Ordem Carnivora;
 Família:                    Felidae

              Vive nas matas, gosta de esconder-se em covas e ocos de árvores. Para dormir e caçar, sobe facilmente em árvores altas. Alimenta-se de pequenos mamíferos e aves. O tamanho, cabeça e corpo, pode atingir de 0,4 a 0,79 m, e a cauda, de 0,33 a 0,51 cm. Ainda hoje, são visto à venda em feiras livres e, não raramente, são vistos em seu habitat nos municípios de Grajaú, Formosa e Arame.

Nasua nasua

QUATI 

Classificação:       Ordem Carnivora;
Família:                  Procyonidae


            
Seu tamanho é de, cabeça e corpo, 041 a 0,67 m, e a cauda vai de 0,32 a 0,69 m. Vive nas matas, em geral sobre as árvores, mas desce ao solo em busca de alimento. Vive em bando de 10 a 20 indivíduos e tem hábitos diurnos. Alimenta-se de insetos, vermes, pássaros, ovos, pequenos répteis, frutas e sementes. Os municípios de Grajaú e Formosa são campeões  nesta espécie.

Panthera onca

ONÇA-PINTADA

Classificação:         Ordem Carnivora;
Família:                    Felidae


          
Sendo o maior felino americano, pode medir até 1,80 m, da cabeça à extremidade do corpo; a cauda chega 0,75 m. O peso máximo registrado é de 158 kg. Em geral, vive perto da água e é bom nadador. Alimenta-se de mamíferos, répteis, aves e peixes.
            Bastante conhecida e temida pelos fazendeiros e posseiros da região, até bem pouco tempo foi perseguida por criadores de gado da região. Hoje já se fala em preservação, e uma prova disto é o aumento desta espécie nas matas próximas ao rio Mearim e riacho do Gentil, este, dentro de uma reserva indígena.

Panthera onca

ONÇA-PRETA


Classificação:   Ordem Carnivora;
Família:              Felidae

             Sendo o maior felino americano, pode medir até 1.80 m, da cabeça à extremidade do corpo; a cauda chega a 0,75 m. O peso máximo registrado é de 158 kg. Em geral, vive perto da água e é bom nadador. Alimenta-se de mamíferos répteis, aves e peixes. A onça-preta é uma variação melônica da onça pintada; estes dois animais são da mesma espécie e raramente é vista pelas matas do município de Grajaú, mas já foram vistas algumas.

Priodontes giganteus

TATU - CANASTRA

Classificação:     Ordem Edentata,
Família:                 Dasypodidae

          É a maior espécie viva de tatu no mundo, chegando a medir entre 0,75 a 1m de cabeça e corpo, cauda de até 50cm. O adulto pesa cerca de 60Kg. Fossador notável, abre covas para se alojar e revolver o solo, ingerindo vermes, insetos e larvas. Come também aranhas, cobras e principalmente cupins, desmontando os cupinzeiros com as garras fortes. Há muito não se tem notícia de alguém ter visto um Canastra pela região de Grajaú, mas há  relatos recentes de vestígios desta espécie prestes a desaparecer do planeta.

Dasypus novemcinctus

TATU-GALINHA

Classificação:             Ordem Edendata;
Família:                          Dasypodidae

             Apresenta o corpo recoberto por uma "armadura" formada por faixas articuladas, compostas por placas ósseas semelhantes a escamas. A cabeça e a cauda também são protegidas por "escamas" superpostas. Escava muito bem rapidamente; faz várias tocas, porém usa uma só. Esses abrigos chegam a medir 7 m de extensão e, na maioria das vezes, são construídos na beira dos rios. Alimenta-se de insetos, pequenos vertebrados, raízes, minhocas, lesmas e, eventualmente, carniça. Este é um dos silvestres mais caçados, como fonte de alimento, pelos moradores; uns caçam para se alimentarem; outros por puro prazer. Mas é bom tomarmos cuidado, pois há lugares, onde existia  muitos dessa espécie, que já não são vistos com tanta freqüência como há algum tempo. Isso, podemos dizer que é, principalmente, devido aos desmatamentos  que, infelizmente, Grajaú não tem uma política séria em relação a isso.


Felis concolor

SUÇUARANA
ONÇA VERMELHA


Classificação: 
             Ordem Carnivora;
Família:                          Felidae

              O macho, maior do que a fêmea, pode atingir até 2,40 m de comprimento com a cauda, que é longa. Pode alcançar o peso de até 100 kg. É de hábitos solitários e emite sons que lembram o miado do gato doméstico. Ótimo saltador, sobe em árvores com facilidade. Alimenta-se de mamíferos, aves e répteis.


Ozotoceros bezoarticus

VEADO-CAMPEIRO
MATEIRO

Classificação:         Ordem Artiodactyla,
Família:                  Cervidae

         
Comprimento do corpo e cabeça de 1,1 a 1,3m, cauda de 10 a 15cm. Altura de 70 a 75cm. Peso de 30 a 40Kg. É herbívoro, de hábitos diurnos e, principalmente, noturnos. É comum vê-los pastando junto ao gado nas fazendas do município de Grajaú.


Columba picazuro

ASA - BRANCA

Família:                   Columbidae  

Comprimento: 34 cm. Uma das maiores espécies da família no País. Presente do Nordeste ao Rio Grande do Sul, e também na Bolívia, Argentina e Paraguai. Comum em campos com árvores, áreas urbanas, cerrados, caatingas e florestas de galeria. Freqüentemente encontrada no solo. Após o período reprodutivo associa-se em bandos, executando migrações. Faz ninho em árvores ou no solo. Põe 2 ovos brancos, os quais são encubados entre 16 e 19 dias. Conhecida também como pomba-trocal, pomba-trocaz, pomba-carijó (Rio Grande do Sul), pomba-verdadeira, pomba-asa-branca e pombão.


Aramides cajanea

GALINHA D'ÁGUA

Família:                        Rallidae 

             Comprimento: 39 cm. Presente em todo o Brasil. Encontrada também do México à Argentina e Uruguai. Ave difícil de ser observada, mas seu canto pode ser ouvido com freqüência. Comum em pântanos com vegetação alta, manguezais, margens de rios, lagos e igarapés, florestas altas e úmidas, às vezes longe da água. Vive normalmente solitária ou, com menor freqüência, aos pares ou formando pequenos grupos. É parcialmente noturna. Gosta de alimentar-se de caranguejos. Passa a maior parte do tempo no chão, sendo eventualmente encontrada em arbustos. Faz ninho de gravetos, em forma de tigela funda, a uma altura variável entre 1 e 7 m, em emaranhados de cipós ou arbustos. Põe de 3 a 7 ovos de cor creme, pintados e manchados de marrom. O nome popular três-potes é onomatopéico, imitando o som natural do canto da espécie. Conhecida também como saracura-grande, saracura-do-brejo, sericóia (Espírito Santo e Amazônia), chiricote e três-potes (Bahia), Saracura e Galinha D'água em Grajaú.


  Leptotila verreauxi

JURITI

Família:                       Columbidae

         Comprimento: 26,5 cm. Presente em quase todo o Brasil e também do sul dos Estados Unidos até a Argentina. Comum no chão de hábitats quentes, tais como capoeiras e campos adjacentes, bordas de florestas densas e cerrados. Vive solitária ou aos pares. Alimenta-se de sementes e frutos no chão. Quando perturbada, foge caminhando sem fazer barulho, ou voa, emitindo um som com as asas, até uma árvore próxima. Faz ninho típico de pombinhas - uma plataforma construída de gravetos e grama, localizada em arbustos baixos ou árvores, eventualmente no chão. Põe 2 ovos brancos. Conhecida também como pu-pú (Rio Grande do Sul) e juriti-pupu.


Columbina talpacoti

ROLINHA

Família:                   Columbidae 

               Comprimento: 17 cm. Presente em todo o Brasil, e também do México à Bolívia, Paraguai e Argentina. Na Amazônia é encontrada apenas localmente, estando ausente de áreas com extensas florestas. É a mais conhecida das pombinhas brasileiras, sendo comum em áreas abertas, campos, plantações e áreas urbanas. Alimenta-se de grãos e sementes no chão. Vive solitária, aos pares ou em grupos de tamanhos variáveis. Quando assustada, voa por distâncias curtas, executando um som com as asas. Faz um ninho raso, localizado a 1 m de altura ou mais, em meio a arbustos. Nas cidades, costuma fazer ninho sobre vigas, debaixo de telhas, em coberturas de edifícios ou galpões. Põe 2 ovos brancos. O macho é marrom-ferrugíneo com a cabeça cinza-azulada; a fêmea é inteiramente marrom-clara. Conhecida também como rola-caldo-de-feijão, rolinha-comum, rola-cabocla (Paraíba), sangue - de - boi ( Grajaú ) e rolinha-roxa.


Columba cayennensis

POMBA - GALEGA

Família:                Columbidae

                   Comprimento: 32 cm. Presente em todo o Brasil, e também do México à Argentina e Uruguai. Comum em campos com árvores isoladas, árvores nas margens de rios, bordas de florestas, capoeiras e manguezais. Vive solitária ou aos pares, associando-se em bandos fora da época da reprodução. Pousa no alto das árvores, geralmente em locais bem visíveis. Faz um ninho fraco de gravetos, em formato de plataforma, localizado à pouca altura, em emaranhados de vegetação e palmeiras com espinhos. Põe 1 ovo branco. Conhecida também como pomba-legítima, picuçaroba, pomba-mineira, pocaçu, caçaroba e pomba-do-ar.

FOGO-APAGOU

Família:               Columbidae
Espécie:              Scardafella squammata

Comprimento: 19,5 cm. Presente nas regiões Nordeste,

   Centro-oeste,  e nos estados do Maranhão, de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Encontrado também da Guiana Francesa e Venezuela ao Paraguai e Argentina. Comum em campos secos, cerrados, caatingas e jardins arborizados em áreas urbanas. Vive aos pares ou em grupos peq

uenos.  Alimenta-se no chão, andando com a barriga quase arrastando no solo.  Quando assustado, voa bruscamente para árvores próximas.  Faz ninho de gravetos em formato de xícara, normalmente a 1 ou 2 m de altura, às vezes também no chão.  Põe 2 ovos brancos. Conhecido também como rola-cascavel (devido ao barulho emitido com as asas, que lembra um chocalho), rolinha-carijó, fogo-pagô (onomatopéico), rola-pedrês, felix-cafofo (Paraíba) e paruru.

BEM-TE-VI

Família:               Tyrannidae
Espécie:              Pitangus sulphuratus

Comprimento: 20,5 a 23,5 cm. Provavelmente o pássaro mais popular de nosso País, está presente em todo o Brasil e também desde o sul dos Estados Unidos a toda a América do Sul. É migratório em algumas regiões, tendo sido capturado em Santa Catarina um indivíduo marcado com anel numerado em uma cidade argentina localizada 1300 km a sudoeste. É comum em uma série de ambientes abertos, como cidades, árvores à beira d'água, plantações e pastagens. Em regiões densamente florestadas habita margens e praias de rios. Alimenta-se de grande variedade de ítens, predominantemente de insetos e frutos, incluindo até mesmo peixes. É bastante agressivo e barulhento, pousando geralmente à pouca altura em galhos ou outros locais isolados. Faz ninho grande e esférico, de gramíneas, com entrada lateral; porém, já foram encontrados ninhos em formato de xícara aberta. Põe de 2 a 4 ovos de cor creme com poucas marcas marrom-avermelhadas. Conhecido também como bem-te-vi-de-coroa e bem-te-vi-verdadeiro.

MARTINS-PESCADOR

Família:                  Alcedinidae
 Espécie:                Chloroceryle amazona

Comprimento: 29,5 cm. Presente em todo o Brasil e também do México à Argentina. Comum em beiras de rios, lagos, lagunas, manguezais e outros corpos d'água, geralmente com margens ensolaradas. Pousa em galhos expostos ao sol (em alturas variáveis de 2 a 10 m), onde passa a maior parte do tempo observando a água. Raramente paira no ar antes de mergulhar.Captura peixes de 3,5 a 11 cm. Faz ninho no interior de buracos com cerca de 1,5 m de profundidade, em barrancos às margens das águas. Põe de 3 a 4 ovos. O macho apresenta uma faixa ferrugínea no peito, a qual é verde na fêmea. Conhecido também como ariramba-verde e martim-gravata (Rio Grande do Sul).

RAPAZINHO-ESTRIADO
(JOÃO - BESTA ou SECA - MOCÓ)

Família:                  Bucconidae
Espécie:                  Nystalus striolatus

Comprimento: 18 cm. Presente localmente na Amazônia brasileira, do Maranhão para oeste até o Mato Grosso (Rio Guaporé). Encontrado também na Bolívia. Habita bordas de florestas altas e capoeiras arbóreas. Vive aos pares, permanecendo imóvel, à média altura, por longos períodos. Alimenta-se de insetos junto aos galhos ou na folhagem. É difícil de ver. Conhecido também como mateiro e macuru-estriado.

JABUTI

Geochelone carbonaria
Classificação:
ordem Chelonia, família Testudinidae
Nome em inglês:
tortoise

Tem o corpo revestido por uma carapaça dorsal, alta e convexa, que é formada por placas ósseas soldadas e cobertas extremamente por material córneo. A região ventral é o plastrão, que na fêmea adulta é plano e no macho adulto é côncavo; a fêmea é maior do que o macho. Quando ameaçado, o jabuti pode esconder cabeça, cauda e patas dentro da carapaça. Vive nas matas, tem hábitos diurnos, alimenta-se de frutos caídos e pequenos invertebrados. No período de postura, a fêmea cava um buraco com as patas traseiras e bota de 5 a 15 ovos, que cobre um a um com terra.

CÁGADO

Phrynops geoffroanus
Classificação:
ordem Chelonia, família Chelidae

Com carapaça relativamente baixa, cabeça e pescoço longos, o câgado tem condições de girar a cabeça lateralmente e não esconde totalmente dentro da carapaça. Vive à beira de rios, lagos, corixos e banhados. De hábito mais aquáticos do que terrestres, passa boa parte do tempo mergulhado. Alimenta-se de pequenos peixes, larvas de insetos e em geral come dentro d'água. Mede aproximadamente 30 cm.

 

CALANGO-VERDE (calango)

Ameiva ameiva
Classificação:
ordem Squamata, família Teiidae
Nome em inglês:
jungler runner

É um lagarto pequeno, com 30 cm de comprimento, da cabeça à cauda, que, cilíndrica e afilada, é mais longa do que o corpo. Vive nos campos, em locais secos; cava buracos para se abrigar. De hábitos diurnos, costuma aquecer-se ao sol. Alimenta-se de artrópodes, pequenos vertebrados, restos de animais e vegetais.

 

JARARACA-PINTADA (jararaca-de-rabo-branco, boca-de-sapo, rabo-de-osso, tirapéia)

Bothrops neuwiedi
Classificação:
ordem Squamata, família Crotalidae
Nome em inglês:
jararaca

Pode atingir 1,0 m de comprimento. Venenosa, seu veneno tem ação proteolítica. Todas as serpentes do grupo Bothrops, quando injetam o veneno, produzem sintomas semelhantes: no local da picada, sempre há dor, com aumento progressivo; a região afetada começa a inchar gradativamente e surgem manchas róseas (avermelhadas) ou cianóticas (azuladas ou arroxeadas); a seguir, surgem bolhas, que podem conter sangue no interior. Quando as reações locais se tornam mais intensas, aparece febre e podem ocorrer infecções secundárias. Nas ocorrências graves, é possível surgir vômitos, sudorese e desmaio. Nos casos benignos, o sangue coagula; já nos casos graves, torna-se incoagulável de 30 a 60 minutos depois da picada. Em situações mais severas, há perigo da queda da pressão sanguínea, com possibilidade de colapso periférico

 

JIBÓIA

Boa constrictor
Classificação:
ordem Squamata, família Boidae
Nome em inglês:
boa constrictor

Existem lendas sobre esta serpente, principalmente quanto ao tamanho. Na realidade o comprimento máximo comprovado até agora é 4,50 m. Em geral, quando grande , a jibóia mede de 3,00 a 4,00 m. Vive em campos e matas, com freqüência sobre árvores, mas, muitas vezes, é encontrada no chão, onde se mimetiza entre as folhas caídas, devido a sua cor e aos desenhos. Não venenosa, mata a presa por constrição; alimenta-se de aves, lagartos e principalmente de roedores.

 

SUCURI (sucuriju, boiúna, sucuruiú)

Eunectes murinus
Classificação:
ordem Squamata, família Boidae
Nome em inglês:
anaconda

É considerada a serpente mais comprida do mundo, podendo alcançar até 9,00 m de comprimento, talvez 9,60 m. Na região do pantanal encontra-se a Eunectes notaeus, que é menor do que a E. murinus. Vive sempre junto da água, é ótima nadadora e, quando apanha a presa, tenta levá-la para a água, matando-a por constrição e afogamneto. Alimenta-se de peixes, aves aquáticas, jacarés e mamíferos de médio e pequeno porte. Veja o que ela pode fazer com um boi.

 

MACACO-PREGO

Cebus apella
Classificação:
ordem Primates; família Cebidae
Nome em inglês:
capuchin

É o mais comum dos macacos sul-americanos. O tamanho, da cabeça à extremidade do corpo, varia de 30,5 a 56,5 cm; a cauda mede entre 30 a 55 cm, e o peso oscila entre 1,5 e 3,5 kg. É muito ativo, de hábitos essencialmente arborícolas e diurnos. Vive em grupos de seis a sessenta indivíduos. Em geral, o chefe do bando é um macho adulto. A gestação dura cerca de 180 dias e nasce apenas um filhote por parto.

 

TEIÚ (tiú)

Tupinambis teguixin
Classificação:
ordem Squamata, família Teiidae.
Nome em inglês:
tegu

Maior lagarto brasileiro, o teiú chega medir 1,50 m dos quais dois terços correspondem à cauda. O corpo e as patas são bem robustos. A papada, Qua pode ser notada no adulto, deve-se à musculatura da mandíbula muito desenvolvida. Locomove-se no solo; faz a toca em locais próximos de água e necessita de amplo território, que defende duramente. Alimenta-se de invertebrados, pequenos vertebrados, frutos, restos de animais e ovos, que tiram de ninhos.

 

Fonte de Dados:  http://www.petrobras.com.brhttp://www.eln.gov.br

 

 

Lista Oficial de Animais em Extinção

             Através da Portaria nº 1.522, de 19 de dezembro de 1.989 e da Portaria nº 45-N, de 27 de abril de 1.992, o IBAMA tornou pública a lista oficial de espécies da fauna brasileira ameaçada de extinção.

Espécies marcadas com asterisco (*) estão provavelmente extintas

1.0. Mammalia - Mamíferos

1.1. Primates - Macacos

Alouatta belzebul belzebul (Linnaeus, 1766). Família Cebidae. Nome popular: guariba.

Alouatta fusca (E. Geoffroy, 1812). Família Cebidae. Nome popular: barbado, guariba.

Ateles belzebuth (E. Geoffroy, 1806). Família Cebidae. Nome popular: macaco-aranha.

Ateles paniscus (Linnaeus, 1758). Família Cebidae. Nome popular: macaco-aranha.

Brachyteles arachnoides (E. Geoffroy, 1806). Família Cebidae. Nome popular: muriqui, mono-carvoeiro.

Cacajao calvus (I. Geoffroy, 1847). Família Cebidae. Nome popular: uacari.

Cacajao melanocephalus (Humbolt, 1812). Família Cebidae. Nome popular: uacari-preto.

Callicebus parsonatus (E. Geoffroy, 1812). Família Cebidae. Nome popular: guigó, sauá.

Callimico goeldii (Thomas, 1904). Família Callimiconidae. Nome popular: calimico.

Callithrix argentata leucippe (Thomas, 1922). Família Callitrichidae. Nome popular: sagui.

Callithrix aurita (Humbolt, 1812). Família Callitrichidae. Nome popular: sagui-da-serra-escuro.

Callithrix flaviceps (Thomas, 1903). Família Callitrichidae. Nome popular: sagui-da-serra.

Callithrix humeralifer (E. Geoffroy, 1812). Família Callitrichidae. Nome popular: sagui.

Cebus apella xanthosternos (Wied, 1820). Família Cebidae. Nome popular: macaco-prego-do-peito-amarelo.

Chiropotes albinasus (I. Geoffroy & Deville, 1848). Família Cebidae. Nome popular: cuxiu-de-nariz-branco.

Chiropotes satanas utahicki (Hershkovitz, 1.985). Família Cebidae. Nome popular: cuxiu.

Chiropotes satanas satanas (Hoffmansegg, 1807). Família Cebidae. Nome popular: cuxiu.

Lagothrix lagotricha (Humbolt, 1812). Família Cebidae. Nome popular: barrigudo.

Leontopithecus chrysomelas (Kuhl, 1820). Familia Callitrichidae. Nome popular: mico-leão-de-cara-dourada.

Leontopithecus chrysopygus (Mikan, 1923). Família Callitrichidae. Nome popular: mico-leão-preto.

Leontopithecus rosalia (Linnaeus, 1766). Família Callitrichidae. Nome popular: mico-leão-dourado.

Leontopithecus caissara (Persson, 1990) Família Callitrichidae. Nome popular: mico-leão-da-cara- preta.

Pithecia albicans (Gray, 1860). Família Cebidae. Nome popular: parauacu-branco

Saguinus bicolor (Spix, 1823). Família Calliitrichidae. Nome popular: soim-de-coleira.

Saguinus imperator (Goeldi, 1907). Família Callitrichidae. Nome popular: sagui-bigodeiro.

Saimiri vanzolinii (Ayres, 1985). Família Cebidae. Nome popular: mico-de-cheiro

1.2. Carnivora - Carnívoros

Atelocynus microtis (Scalter, 1883). Família Canidae. Nome popular: cachorro-do-mato-de-orelha-curta.

Chrysocyon brachyurus (Illiger, 1815). Família Canidae. Nome popular: lobo-guará. guará, lobo-vermelho,

Felis colocolo (Molina, 1810). Família Felidae. Nome popular: gato-palheiro

Felis concolor (Linaeus, 1771). Família Felidae. Nome popular: sussuarana, onça-parda.

Felis geoffroyi (d'Orbigny & Gervais, 1844). Família Felidae. Nome popular: gato-do-mato.

Felis pardalis (Linaeus, 1758). Família Felidae. Nome popular: jaguatirica.

Felis tigrina (Scheber, 1775). Família Felidae. Nome popular: gato-do-mato.

Felis wiedii (Schinz, 1821). Família Felidae. Nome popular: gato-do-mato, maracajá.

Grammogale africana (Desmarest, 1818). Família Mustelidae. Nome popular: doninha amazônica.

Lutra longicaudis (Olfers, 1818). Família Mustelidae. Nome popular: lontra.

Panthera onca (Linnaeus, 1758). Família Felidae. Nome popular: onça-pintada, canguçu, onça-canguçu, jaguar-canguçu

Pteronura brasiliensis (Gmelin, 1788). Família Mustelidae. Nome popular: ariranha.

Speothos vinaticus (Lund, 1842). Família Canidae. Nome popular: cachorro-do-mato-vinagre.

1.3. Xenarthra - Desdentados

Bradypus torquatus (Desmarest, 1816). Família Bradypodidae. Nome popular: preguiça-de-coleira.

Mymercophaga tridactyla (Linnaeus, 1758). Família Mymercophagidae. Nome popular: tamanduá-bandeira.

Priodontes maximus (Kerr, 1792). Família Dasypodidae. Nome popular: tatu-canastra, tatuaçu.

Tolypeutes tricinctus (Linnaeus, 1758). Família Dasypodidae. Nome popular: tatu-bola, tatuapara.

1.4. Sirenia - Peixes-boi

Trichechus inunguis (Natterer, 1883). Família Trichechidae. Nome popular: peixe-boi, guarabá.

Trichechus manatus (Linnaeus, 1758). Família Trichechidae. Nome popular: peixe-boi-marinho, manati.

1.5 Cetacea - Baleias e Golfinhos

Eubalena australis (Desmoulins, 1822). Família Baleanidae. Nome popular: baleia-franca, baleia-franca-austral.

Megaptera novaeangliae (Borowsky, 1781). Família Balaenopteridae. Nome popular: jubarte.

Pontoporia blainvillei (Gervais & d'Orbigny). Família Pontoporiidae. Nome popular: toninha, boto-cachimbo.

1.6 Rodentia - Roedores

Abrawayaomys ruschii (Cunha & Cruz, 1979). Família Cricetidae.

Chaetomis subspinosus (Olfers, 1818). Família Erethizontidae. Nome popular: ouriço-preto.

*Juscelinomys candango (Moojen, 1965). Família Cricetidae.

Kunsia tomentosus (Lichtenstein, 1830). Família Cricetidae.

Phaenomys ferrugineus (Thomas, 1894). Família Cricetidae. Nome popular: rato-do-mato-ferrugíneo.

Rhagomys rufescens (Thomas, 1886). Família Cricetidae. Nome popular: rato-do-mato-laranja.

Wilfredomys oenax (Thomas, 1928). Família Cricetidae. Nome popular: rato-do-mato.

1.7 Artiodactyla - Veados

Blastocerus dichotomus (Illiger, 1815). Família Cervidae. Nome popular: cervo-do-pantanal.

Odocoileus viginianus (Zimmermann, 1780). Família Cervidae. Nome popular: cariacu.

Ozotocerus bezoarticus (Linnaeus, 1758). Família Cervidae. Nome popular: veado-campeiro.

2.0. Aves

2.1. Tinamiformes - Codornas

Crypturellus noctivagus (Wied, 1820). Família Tinamidae. Nome popular: jaó-do-sul, zabelê, juó.

Nothura minor (Spix, 1825). Família Tinamidae. Nome popular: codorna-mineira, codorna-buraqueira, buraqueira.

Taoniscus nanus (Temmink, 1815). Família Tinamidae. Nome popular: codorna-buraqueiira, perdigão, inhambu-carapé.

Tinamus solitarius (Vieillot, 1819). Família Tinamidae. Nome popular: macuco, macuca.

2.2. Ciconiiformes

Eudocimus ruber (Linnaeus, 1758). Família Threskiornithidae. Nome popular: guará.

Tigrisoma fasciatum fasciatum (Such, 1825). Família Ardeidae. Nome popular: socó-boi.

2.3 Phoenicopteriformes

Phoenicopterus ruber (Linnaeus, 1758). Família Phoenicopteridae. Nome popular: flamingo, ganso-do-norte, ganso-cor-de-rosa, maranhão.

2.4 Anseriformes

Mergus octosetaceus (Vieillot, 1817). Família Anatidae. Nome popular: mergulhão, patão, pato-mergulhão.

2.5 Falconiformes - Falcões e Águias

Accipiter poliogaster (Temminck, 1824). Família Accipitridae. Nome popular: tauató-pintado, gavião-pombo-grande.

Falco deiroleucus (Temminck, 1825). Família Falconidae. Nome popular: falcão-de-peito-vermenho.

Harpia harpyja (Linnaeus, 1758). Família Accipitridae. Nome popular: gavião-real, gavião-de-penacho, uiraçu-verdadeiro, cutucurim, harpia.

Harpyhaliaetus coronatus (Vieillot, 1817). Família Accipitridae. Nome popular: águia-cinzenta.

Leucopternis lacernulata (Temminck, 1827). Família Accipitridae. Nome popular: gavião-pomba.

Leucopternis polionota (Kaup, 1847). Família Accipitridae. Nome popular: gavião-pomba

Morphnus guianensis (Daudin, 1800). Família Accipitridae. Nome popular: gavião-de-penacho, uiraçu-falso.

Spizastus melanoleucus (Vieillot, 1816). Família Accipitridae. Nome popular: gavião-preto, gavião-pato.

2.6. Galliformes - Mutuns

Crax blumembachii (Spix, 1825). Família Cracidae. Nome popular; mutum-do-sudeste.

Crax fasciolata pinima (Pelzeln, 1870). Família Cracidae. Nome popular: mutum-de-penacho, mutum-pinima.

Mitu mitu mitu (Linnaeus, 1766). Família Cracidae. Nome popular: mutum-cavalo, mutum-etê, mutum-da-várzea, mutum-piry, mutum-do-nordeste.

Penelope jacucaca (Spix, 1825). Família Cracidae. Nome popular: jacucaca.

Penelope obscura bronzina (Hellmayr, 1914). Família Cracidae. Nome popular: jacuguaçu, jacuaçu.

Penelope ochrogaster (Pelzeln, 1870). Família Cracidae. Nome popular: jacu-de-barriga-castanha.

Pipile jacutinga (Spix, 1825). Família Cracidae. Nome popular: jacutinga.

2.7. Charadriiformes - Maçaricos

Numenius borealis (Forster, 1772). Família Scolopacidae. Nome popular: maçarico-esquimó.

2.8 Columbiformes - Pombos

Claravis godefrida (Temminck, 1811). Família Columbidae. Nome popular: pararu, pomba-de-espelho.

Columbina cyanopis (Pelzeln, 1870). Família Columbidae. Nome popular: rolinha-do-planalto, rolinha-do-Brasil-central.

2.9 Psittaciformes - Papagaios, periquitos e araras

Amazona brasiliensis (Linnaeus, 1758). Família Psittacidae. Nome popular: papagaio-da-cara-roxa, chauá.

Amazona petrei (Temminck, 1830). Família Psittacidae. Nome popular: chorão, charão, papagaio-da-serra, serrano.

Amazona rhodocorytha (Salvadori, 1890). Família Psittacidae. Nome popular: Chauá-verdadeiro, jauá, acumatanga, camutanga.

Amazona vinacea (Huhl, 1820). Família Psittacidae. Nome popular: papagaio-de-peito-roxo, papagaio-caboclo, papagaio-curraleiro, jurueba.

*Anodorhynchus glaucus (Vieillot, 1816). Família Psittacidae. Nome popular: arara-azul-pequena.

Anodorhynchus hyacinthinus (Latham, 1720). Família Psittacidae. Nome popular: arara-azul-grande, ararauna

Anodorhynchus leari (Bonaparte, 1857). Família Psittacidae. Nome popular: arara-azul-de-Lear.

Aratinga guarouba (Gmlin, 1788). Família Psittacidae. Nome popular: guaruba, ararajuba.

Cyanopsitta spixii (Wagler, 1832). Família Psittacidae. Nome popular: ararinha-azul.

Pyrrhura cruentata (Wied, 1820). Família Psittacidae. Nome popular: tiriba, fura-mato, cara-suja.

Pyrrhura leucotis (Kuhl, 1820). Família Psittacidae. Nome popular: fura-mato, tiriba-de-orelha-branca

Touit melanonota (Wied, 1820). Família Psittacidae. Nome popular: apuim-de-cauda-vermelha.

Touit surda (Kuhl, 1820). Família Psittacidae. Nome popular: apuim-de-cauda-amarela.

Triclaria malachitacea (Spix, 1824). Família Psittacidae. Nome popular: sabiá-cica, araçu-aiava.

2.10 Cuculiformes - Jacus

Neomorphus geoffroyi dulcis (Snethlage, 1927). Família Cuculidae. Nome popular: aracuão, jacu-molambo, jacu-porco, jacu-verde, jacu-taquara.

Neomorphus geoffroyi geoffroyi (Temminck, 1820). Família Cuculidae. Nome popular: jacu-estalo.

2.11 Caprimulgiformes - Bacuraus

Caprimulgus candicans (Pelzeln, 1867). Família Caprimulgidae. Nome popular: bacurau, rabo-branco.

Eleothreptus anomalus (Gould, 1837). Família Caprimulgidae. Nome popular: curiango-do-banhado.

Macropsalis creagra (Bonaparte, 1850). Família Caprimulgidae. Nome popular: bacurau, tesoura-gigante.

Nyctibius leucopterus (Wied, 1821). Família Nyctibiidae. Nome popular: mãe-da-lua.

2.12. Apodiformes - Beija-flores

Phaethornis superciliosus margarettae (Ruschi, 1972). Família Trochilidae. Nome popular: besourão-de-rabo-branco.

Ramphodon dohrnii (Boucier & Mulsant, 1852). Família Trochilidae. Nome popular: balança-rabo-canela.

2.13. Piciformes - Pica-paus e martins-pescadores

Campephilus robustus (Lichtenstein, 1819). Família Picidae. Nome popular: pica-pau-rei.

Celeus torquatus tinnunculus (Wagler, 1829). Família Picidae. Nome popular: pica-pau-de-coleira.

Dryocopus galeatus (Temminck, 1822). Família Picidae. Nome popular: pica-pau-de-cara-amarela.

Jacamaralcyon tridactyla (Vieillot, 1817). Família Galbulidae. Nome popular: cuitelão, bicudo, violeiro.

2.14. Passeriformes - Passarinhos

Amaurospiza moesta (Hartlaub, 1853). Família Emberizidae. Nome popular: negrinho-do-mato.

Alectrurus risoria (Vieillot, 1824). Família Tyrannidae. Nome popular: galito, tesoura-do-campo, bandeira-do-campo.

Anthus nattereri (Sclater, 1878). Família Motacillidae. Nome popular: caminheiro-grande.

*Calyptura cristata (Vieillot, 1818). Família Cotingidae. Nome popular: tietê-de-coroa.

Carduelis yarrellii (Audubon, 1839). Família Emberizidae. Nome popular: coroinha, pintassilgo-do-nordeste.

Carpornis malanocephalus (Wied, 1820). Família Cotingidae. Nome popular: sabiá-pimenta.

Cercomacra carbonaria (Sclater & Salvin, 1873). Família Formicariidae.

Clibanornis dendrocolaptoides (Pelzeln, 1859). Família Furnariidae.

Conothraupis mesoleuca (Berlioz, 1939). Família Emberizidae.

Cotinga maculata (Müller, 1776). Família Cotingidae. Nome popular: crejoá, quiruá, catingá.

Culicivora caudacuta (Vieillot, 1818). Família Tyrannidae. Nome popular: papa-moscas-do-campo.

Curaeus forbesi (Sclater, 1886). Família Icteridae Nome popular: anumará.

Dacnis nigripes (Pelzeln, 1856). Família Emberizidae. Nome popular: saí-de-pernas-pretas.

Formicivora erythronotos (Hartlaub, 1852). Família Formicariidae.

Formicivora iheringi (Hellmayr, 1909). Família Formicariidae. Nome popular: papa-formiga.

Gubernatrix cristata ( Vieillot, 1817). Família Emberizidae. Nome popular: cardeal-amarelo.

Hemitriccus aenigma (Zimmer, 1940). Família Tyrannidae.

Hemitriccus furcatus (Lafresnaye, 1846). Família Tyrannidae. Nome popular: papa-moscas-estrela.

Hemitriccus kaempferi (Zimmer, 1953). Família Tyrannidae.

Herpsilochmus pectoralis (Sclater, 1857). Família Formicariidae.

Iodopleura pipra (Lesson, 1831). Família Cotingidae. Nome popular: anambezinho.

Lipaugus lanioides (Lesson, 1844). Família Cotingidae. Nome popular: sabiá-da-mata-virgem, sabiá-do-mato-grosso, sabiá-da-serra, virussu, tropeiro-da-serra.

Megaxenops parnaguae (Reiser, 1905). Família Furnariidae. Nome popular: bico-virão-da-caatinga.

Merulaxis stresemanni (Sick, 1960). Família Rhinocryptidae.

Myadestes leucogenys leucogenys (Cabanis, 1851). Família Turdidae. Nome popular: sabiá-castanho.

Myrmeciza ruficauda (Wied, 1831). Família Formicariidae.

Mymerciza stictothorax (Todd, 1927). Família Formicariidae.

Myrmotherula minor (Salvadori, 1867). Família Formicariidae. Nome popular: choquinha.

Nemosia roourei (Cabanis, 1870). Família Emberezidae. Nome popular: saíra-apunhalada.

Oryzoborus maximiliani (Cabanis, 1851). Família Emberezidae. Nome popular: bicudo, bicudo-verdadeiro, bicudo-preto.

Phibalura flavirostris (Vieillot, 1816). Família Cotingidae. Nome popular: tesourinha.

Phyll

oscartes ceciliae (Teixeira, 1987). Família Tyrannidae.

Phylloscartes roquettei (Snethlage, 1928). Família Tyrannidae.

Philydor novaesi (Teixeira & Gonzaga, 1983). Família Furnariidae.

Pipitres pileatus (Temminck, 1822). Família Cotingidae. Nome popular: cameleirinho-de-chapéu-preto.

Platyrinchus leucoryphus (Wied, 1831). Família Tyrannidae. Nome popular: patinho-gigante.

Poecilurus kollari (Pelzeln, 1856). Família Furnariidae.

Poospiza cinerea (Bonaparte, 1850). Família Emberizidae. Nome popular: andorinha-do-oco-do-pau.

Procnias averano averano (Hermann, 1783). Família Cotingidae. Nome popular: araponga-do-nordeste, guiraponga.

Pyriglena atra (Swainson, 1825). Família Formicariidae. Nome popular: papa-formigas.

Pyroderus scutatus scutatus (Shaw, 1792). Família Cotingidae. Nome popular: pavoa, pavão, pavó, pavão-do-mato.

Rhopornis ardesiaca (Wied, 1831). Família Formicariidae. Nome popular: papa-formigas-de-gravatá

Scytalopus novacapitalis (Sick, 1958). Família Rhinocryptidae.

Sporophila falcirostris (Temminck, 1820). Família Emberizidae. Nome popular: papa-capim, cigarra-verdadeira.

Sporophila frontalis (Verreaus, 1869). Família Emberizidae. Nome popular: pichochó, papa-arroz.

Sporophila palustris (Barrows, 1883). Família Emberizidae. Nome popular: caboclinho-de-papo-branco.

Sturnella defilippii (Bonaparte, 1851). Família Icteridae. Nome popular: peito-vermelho-grande.

Synallaxis infuscata (Pinto, 1950). Família Furnariidae.

Tangara fastuosa (Lesson, 1831). Família Emberizidae. Nome popular: pintor-verdadeiro.

Terenura sicki (Teixeira & Gonzaga, 1983). Família Formicariidae.

Thamnomanes plumbeus (Wied, 1831). Família Formicariidae.

Thripophafa macroura (Wied, 1821). Família Furnariidae. Nome popular: rabo-amarelo.

Xanthopsar flavus (Gmelin, 1788). Família Icteridae. Nome popular: pássaro-preto-de-veste-amarela

Xiphocolaptes falcirostris (Spix, 1824). Família Dedrocolaptidae. Nome popular: arapaçu-do-nordeste.

Xiphocolaptes franciscanus (Snethlage, 1927). Família Dendrocolaptidae. Nome popular: arapaçu.

Xipholena atropurpurea (Wied, 1820). Família Cotingidae. Nome popular: amambé-de-asa-branca, cotinga, ferrugem.

3.0. Reptilia - Répteis

3.1. Chelonia - Tartarugas

Caretta caretta (Linnaeus, 1758). Família Chelonidae. Nome popular: cabeçuda, tartaruga-meio-pente.

Chelonia mydas (Linnaeus, 1758). Família Chelonidae. Nome popular: tartaruga-verde.

Dermochelys coriacea (Linnaeus, 1758). Família Chelonidae. Nome popular: tartaruga-de-couro, tartaruga-gigante, tartaruga-de-pele.

Eretmochelis imbricata (Linnaeus, 1766). Família Chelonidae. Nome popular: tartaruga-de-pente.

Lepidochelys olivacea (Escholtz, 1829). Família Chelonidae.

Phrynops hogei (Mertens, 1967). Família Chelidae.

3.2 Squamata - Cobras

Lachesis muta rhombeata (Wied, 1825). Família Viperidae. Nome popular: surucucu-pico-de-jaca, surucucu.

3.3 Crocodilia - Jacarés

Caiman latirostris (Daudin, 1802). Família Crocodilidae. Nome popular: jacaré-de-papo-amarelo.

Melanosuchus niger (Spix, 1825). Familia Crocodilidae. Nome popular: jacaréaçu.

4.0 Amphibia - Rãs

Paratelmatobius gaigeae (Cochran, 1938). Família Leptodactylidae.

5.0 Insecta - Insetos

5.1 Lepidoptera - Borboletas

*Dasyophthalma vertebralis (Butler, 1869). Família Nymphalidae.

Eresia erysice (Geyer, 1832). Família Nymphalidae.

*Eurytides iphitas (Hübner, 1821). Família Papilionidae.

Eurytides lysithous harrisinus (Swainson, 1822). Família Papilionidae.

Eutresis hypareia imeriensis (Brown, 1977). Família Nymphalidae.

Heliconius nattereri (Felder & Felder, 1865). Família Nymphalidae.

*Hyalyris fiammetta (Hewitson, 1852). Família Nymphalidae.

*Hyalyris leptalina leptalina (Felder & Felder, 1865). Família Nymphalidae.

Hypoleria fallens (Haensch, 1905). Família Nymphalidae.

Hypoleria mulviana (D'Almeida, 1945). Família Nymphalidae.

Joiceya praeclara (Talbot, 1928). Família Lyceanidae.

Mechanitis bipuncta (Forbes, 1948). Família Nymphalidae.

Melinaea mnaisas (Hewitson, 1855). Família Nymphalidae.

Moschoneura methymna (Godart, 1819). Família Pieridae.

Napeogenis cyrianassa xanthone (Bates, 1862). Família Nymphalidae.

Orobrassolis ornamentalis (Stichel, 1906). Família Nymphalidae.

Papilio himeros himeros (Höpffer, 1866). Famíla Papilionidae.

Papilio himeros baia (Hothschild & Jordan, 1906). Família Papilionidae.

Papilio zagreus zagreus (Doubleday, 1847). Família Papilionidae.

Papilio zagreus neyi (Niepelt, 1909). Família Papilionidae.

Papilio zagreus bedoci (Le Cerf, 1925). Família Papilionidae.

Parides ascanius (Cramer, 1775). Família Papilionidae.

Parides lysander mattogrossensis (Talbot, 1928). Família Papilionidae.

Perrhybris flava (Oberthür, 1895). Família Pieridae.

Scada karschina delicata (Talbot, 1932). Família Nymphalidae.

5.2 Odonata - Libélulas

Leptagrion dardanoi (Santos, 1968). Família Coenagrionidae.

Leptagrion siqueirai (Santos, 1968). Família Coenagrionidae.

Mecistogaster asticta (Selys, 1860). Família Psedostigmatidae.

*Mecistogaster pronoti (Sjoestedt, 1918). Família Pseudostigmatidae.

6.0 Onychophora

Peripatus acacioli (Marcus & Marcus, 1955). Família Peripatidae.

7.0 Cnidaria - Corais

Millepora nitidae (Verreill, 1868). Família Milleporidae. Nome popular: coral-de-fogo.